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    Currículo Paulo Freire

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    Estudou violão com Henrique Pinto, em São Paulo, e Betho Davesaky, em Paris, onde obteve medalha no “Concours de Classes Supérieurs de Paris”.

    Em 1977, apaixonado pelo romance “Grande Sertão: Veredas”, de João Guimarães Rosa, foi morar no Norte de Minas Gerais, região do rio Urucuia. Aprendeu a tocar viola com Manoel de Oliveira e outros mestres da região. Aprofundou-se nos costumes e lendas do sertão.

    Tocou as violas e compôs músicas para o seriado “Grande Sertão: Veredas”, da TV Globo.

    Morou em Paris de 1982 a 1985. Além de estudar violão clássico, atuou em grupos de Música Popular Brasileira em vários países da Europa e na Argélia.

    Compôs trilhas especiais para matérias do programa “Globo Rural”, da TV Globo (entre elas “Escola de Peões”- Prêmio Wladimir Herzog de Direitos Humanos - 1993 e “O Umbu”- Prêmio Febraban - 1994).

    Compôs, em parceria com Swami Júnior, a canção “Bom Dia”, gravada por Zizi Possi no disco “Valsa Brasileira” (Prêmio SHARP - melhor disco do ano - 1994).

    Tem dois romances publicados pela editora Guanabara: “O Canto dos Passos” - 1988, e “Zé Quinha e Zé Cão, vai ouvindo...” - 1993.

    Realiza uma turnê de viola-solo pela Europa, apresentando-se em festivais de World Music da Bélgica e Holanda - 1995.

    Grava seu primeiro disco solo de Viola: “Rio Abaixo”, independente, em 1995 (Prêmio SHARP de Revelação Instrumental).

    Escreve o livro “Eu Nasci Naquela Serra”, biografia dos compositores paulistas Angelino de Oliveira, Raul Torres e Serrinha, em 1996, lançado pela Editora Paulicéia. Narrando a vida destes grandes compositores (autores de “Tristezas do Jeca”, “Saudades de Matão”, “Cabocla Tereza”, “Chitãozinho e Xororó”, entre outras), é contada a história da música caipira, até a transformação desta no gênero sertanejo.

    Escreve na revista “Caros Amigos”, da Editora Casa Amarela, desde o número 1 até o ano de 2007.

    Foi integrante da Orquestra Popular de Câmera, que lançou seu primeiro CD em 1998. Prêmio Movimento – Melhor CD do ano. Em 1999 faz shows pelos EUA.

    Grava seu segundo CD solo: “São Gonçalo”, pela Pau Brasil, lançado em 1998.

    Participa da série “Violeiros do Brasil”, televisionada pela TV Cultura e lançada em CD pelo selo Núcleo Contemporâneo.

    Tem uma sonata dedicada a ele: a “Sonata para viola caipira e violão”, composta por Paulo Porto Alegre. Esta obra, única no gênero, teve a estréia em setembro de 1999, interpretada e registrada em CD pelos dois instrumentistas na série “Rumos Musicais” do Instituto Cultural Itaú.

    Entra para o grupo ANIMA, e grava o CD “Especiarias” – Prêmio Carlos Gomes, melhor grupo de câmera - 2000.

    Realiza duas turnês pelos EUA com o grupo Anima, em 2000 e 2001.

    Lança o livro e CD “Lambe-Lambe”, pela Editora Casa Amarela.

    Grava uma versão da música Boi da Cara Preta para o selo americano Ellipsis Arts, na coletânea Papa’s Lullaby, lançado por esta gravadora em junho de 2001 - Prêmio Silver Parents Choice – EUA.

    Participa das filmagens do documentário sobre a vida e obra de João Pacífico - direção de Paulo Weidebach.

    Junto aos violeiros Roberto Corrêa e Badia Medeiros, participa do projeto “Sonora Brasil”, do SESC Brasil, tendo excursionado pelo país e se apresentado em 36 cidades de oito estados brasileiros.

    Lança o CD “Esbrangente”, em 2003, junto com os violeiros Roberto Corrêa e Badia Medeiros.

    Grava as violas para o filme “Deus é Brasileiro”, de Cacá Diegues.

    É autor do ensaio A Música dos causos, presente no livro Literatura e Música, fruto de um curso ministrado no Instituto Cultural Itaú, lançado em livro pela Editora Senac – 2003.

    Lança o CD “Brincadeira de Viola”, com temas infantis, pelo selo Vai Ouvindo – 2003.

    Com o “Paulo Freire Trio” - Tuco Freire, no baixo e Adriano Busko, na percussão - lança o CD “Vai Ouvindo”, ainda em 2003, com uma nova concepção para a viola.

    Apresenta-se com a Orquestra Sinfônica de Campinas, sob a direção do maestro Cláudio Cruz, tocando temas de sua autoria e clássicos caipiras – 2004.

    Produziu, junto com o irmão Tuco Freire, o CD “Vida de Artista”, de seu pai, o escritor Roberto Freire – 2005.

    Fez a consultoria para o livro “Viola Instrumental Brasileira”, de Andréa Carneiro de Souza, com partituras e CD dos mestres violeiros do Brasil.

    Em 2006 atuou na série “Tropeiros”, do programa Globo Rural, interpretando o personagem Firmino.

    Criou a trilha musical para o espetáculo de dança “Relevo”, da Confraria da Dança – Campinas.

    Produz o CD “Urucuia”, de Manoel de Oliveira, seu mestre de viola do sertão do Urucuia - 2006.

    Lança o CD "Redemoinho", a viola em rodopio - 2007.

    Em 2008 lança o livro infantil “O Céu das Crianças” - Companhia das Letrinhas.

    Participou do projeto “Violeiros do Brasil”, de Myriam Taubkim, com lançamento de livro e DVD, pelo Projeto Memória Brasileira - 2008.

    Compôs a nova trilha de abertura para o programa “Viola Minha Viola”, da TV Cultura, apresentado por Inezita Barroso - 2008.

    Gravou as violas para o longa-metragem “O Menino da Porteira”, de Jeremias Moreira – 2009.

    Em julho de 2009 lança o CD “Nuá – as músicas dos mitos brasileiros”, pelo selo Vai Ouvindo, com patrocínio da Petrobrás.

    Em 2010, 2012, 2014 e 2016 participa do "Boca do Céu - Encontro Internacional de Contadores de História", em São Paulo; e, em 2010, do "Simpósio Internacional de Contadores de História", no Rio de Janeiro.

    Lança o romance "Jurupari", pela Editora Vai Ouvindo - 2010.

    Nos anos de 2003, 2004, 2005, 2007, 2010, 2011 e 2013 participa do projeto “Baú de Histórias”, do SESC Santa Catarina, tendo se apresentado em diversas cidades do Estado com show de causos.

    É um dos curadores do Festival Voa Viola, evento nacional que conta com premiações, shows pelo Brasil e Rede Social - 2010/2012.

    Lança o CD “Alto Grande” em 2013.

    Em 2015 lança o CD infantil “Violinha Contadeira”, com músicas e causos para as crianças, patrocinado pelo FICC Campinas.

    Um dos responsáveis pelo fato da viola estar ganhando as salas de concerto, Paulo Freire gravou com os violeiros Pereira da Viola, Passoca e Levi Ramiro e também participou da gravação de CDs dos artistas: Arnaldo Antunes, Mônica Salmaso, Luiz Tatit, Ana Salvagni, Maurício Pereira, Wandi Doratiotto, grupo Corpo, entre outros.

    Participa do show “Tributo à Inezita Barroso”, com Ceumar e Lui Coimbra.

    Em 2016 lança o CD solo, instrumental de viola, “Pórva”. Com este trabalho, Paulo Freire está na lista do Melhores Instrumentistas de 2016, do site “Embrulhador”.

    Em 2015 e 2016, realiza 120 apresentações pelo projeto Sonora Brasil, do Departamento Nacional do SESC, por todo o país.

    Junto com Wandi Doratiotto e Maurício Pereira formam o grupo “Três é Bom”.

    Em 2017 estreia o espetáculo “Imagina Só”, com a contadora de histórias Josiane Geroldi, com turnê por Santa Catarina. Este espetáculo integra o projeto “Arte da Palavra”, do Dpto Nacional do SESC, tendo se apresentado em cinco estados brasileiros em 2018.

    Foi o curador da “Ocupação Inezita Barroso”, exposição sobre a cantora, realizada pelo Itaú Cultural, em São Paulo.

    Em 2018 estreia o show “Cunhado de Lobisomem”, uma saga caipira mitológica, criada com o cantor e compositor Danilo Moraes.

    Tem o projeto “Viola Perfumosa”, um tributo à Inezita Barroso, com Ceumar e Lui Coimbra, aprovado pela Natura, com gravação de CD pelo selo Circus e shows pelo Brasil – 2018.

    Lança o livro “Chão – uma aventura violeira”, pela editora e-galaxia - 2019.

    Vem fazendo shows, oficinas de viola e oficinas de causos pelo Brasil.